O melhor presente de Natal não termina no dia 25

Alguns presentes encantam por um momento. Outros continuam falando com quem os recebe, mesmo depois do Natal.

Quando as luzes são guardadas, a mesa volta ao lugar de sempre e a rotina retoma seu ritmo, poucos presentes permanecem de verdade. Entre eles, o livro ocupa um lugar especial: ele não se esgota na data, não perde o sentido com o tempo e não depende da empolgação do momento. Um livro continua ali, esperando o instante certo para ser aberto, lido ou relido.

Presentear com um livro é escolher algo que atravessa dias, fases e até gerações. Para as crianças, a leitura é a porta de entrada para a imaginação, para o afeto e para o hábito de ler. Histórias pensadas para os pequenos, como os títulos das coleções Matilda e Marvin Grinn, publicadas pela Vitrola, acompanham descobertas, leituras compartilhadas antes de dormir e momentos que se transformam em memória afetiva. São narrativas que convidam à fantasia, à amizade e à coragem, criando vínculos profundos com o livro desde cedo. Muitas vezes, aquele livro recebido no Natal se torna o primeiro “livro preferido” de uma vida inteira.

 Para os jovens, os livros funcionam como espelhos e janelas. Espelhos porque ajudam a se reconhecer; janelas porque ampliam o mundo. Obras como o Box Dose Única, com textos curtos e potentes, dialogam com o ritmo contemporâneo, enquanto clássicos como Frankenstein, Dom Casmurro, Quincas Borba e Vidas Secas atravessam o tempo e colocam o leitor diante de dilemas humanos profundos, identidade, escolhas, amor, injustiça, pertencimento. São leituras que acompanham questionamentos, sonhos e decisões. Um livro dado no Natal pode ser exatamente a companhia silenciosa que alguém precisava naquele momento.

 Para os adultos, a leitura também é pausa,  cuidado e reflexão. Livros como Imparável, A Onda da Experiência, Olá, Corajosa – 99 cartas de mulheres empreendedoras e Empreender 40+ dialogam com fases da vida, escolhas e reinvenções pessoais, enquanto clássicos como Memórias Póstumas de Brás Cubas, A Metamorfose e Crime e Castigo convidam a olhar para dentro e para o mundo com mais criticidade e profundidade. Em um cotidiano acelerado, essas obras oferecem algo raro: um momento de qualidade consigo mesmo. Não é apenas um presente; é um convite para desacelerar, pensar e sentir.

 E há ainda os livros que circulam entre todos. Aqueles que passam de mão em mão, que ficam sobre a mesa da sala, que alguém começa a ler e outro termina. São esses livros que constroem pontes entre gerações e transformam o Natal em algo que se prolonga no cotidiano.

Na Vitrola, acreditamos que o livro deve estar onde a vida acontece. Por isso, nossa curadoria leva a leitura para além das livrarias, aproximando histórias de pessoas em mercados, farmácias, papelarias e tantos outros espaços do dia a dia. O livro deixa de ser algo distante e se torna acessível, presente, possível.

Escolher um livro como presente de Natal é apostar no que permanece. É oferecer algo que não se quebra, não acaba e não perde o sentido com o tempo. Pelo contrário: quanto mais o tempo passa, mais significado ele ganha.

Na Editora Vitrola, temos o melhor presente; aquele que continua falando em silêncio, página após página, muito depois do dia 25.