De Nhô-Quim a Hector: o papel dos quadrinhos na formação de novos leitores
Hoje, 30 de janeiro, celebramos o Dia do Quadrinho Brasileiro, uma data que homenageia Angelo Agostini — que deu vida a Nhô-Quim, um dos primeiros personagens dos quadrinhos nacionais —, pioneiro da linguagem dos quadrinhos no país e responsável por abrir caminho para uma forma de narrativa que une imagem, texto e imaginação.
Desde os primeiros personagens publicados nos jornais do século XIX até as produções contemporâneas, os quadrinhos brasileiros sempre tiveram um papel importante na formação de leitores. A combinação entre texto e imagem aproxima crianças da leitura, estimula a interpretação, desenvolve o senso narrativo e torna o ato de ler mais acessível e prazeroso. Mais do que entretenimento, os quadrinhos costumam ser o primeiro passo para o universo literário.
É nesse contexto que surge a coleção Hector, o Mago Dragão, criada por Eduardo Hoewell e publicada pela editora Vitrola. A série utiliza a linguagem dos quadrinhos infantis para contar histórias envolventes, com personagens carismáticos e tramas que se conectam com o imaginário infantil, incentivando a autonomia desde cedo.
Em Hector, o Mago Dragão – v. 1: Ônyra e os Discos de Sabor, o leitor conhece o pequeno dragão azul que deseja descobrir o mundo e as criaturas fantásticas que o habitam. A aventura se passa na terra mágica de Megáligi, um cenário onde a imaginação ganha espaço e os sonhos se tornam possíveis. A história leva o leitor à descoberta e ao encantamento, funcionando como uma porta de entrada para o universo da série.
Já em Hector, o Mago Dragão – v. 2: e a Ferrovia Secreta, a narrativa avança para um desafio maior. Félix, amigo do protagonista, foi sequestrado, e a única forma de encontrá-lo é seguir os trilhos de uma ferrovia misteriosa, oculta aos olhos comuns. Ao embarcar nessa jornada, Hector descobre que a verdadeira magia também está na amizade, na coragem e na confiança. A história aprofunda o universo da coleção, mantendo o ritmo ágil característico dos quadrinhos.
Celebrar o Dia do Quadrinho Brasileiro é também valorizar personagens nacionais e obras criadas por autores brasileiros, que contribuem para a formação de leitores atentos, curiosos e criativos. A coleção Hector faz parte desse movimento ao mostrar que os quadrinhos seguem vivos, atuais e fundamentais no incentivo à leitura.
Na editora Vitrola, acreditamos na força das histórias contadas por imagens e palavras. Seguimos apostando em livros que aproximam, encantam e ajudam a formar leitores para o futuro.
