Alguns presentes encantam por um momento. Outros continuam falando com quem os recebe, mesmo depois do Natal.
Quando as luzes são guardadas, a mesa volta ao lugar de sempre e a rotina retoma seu ritmo, poucos presentes permanecem de verdade. Entre eles, o livro ocupa um lugar especial: ele não se esgota na data, não perde o sentido com o tempo e não depende da empolgação do momento. Um livro continua ali, esperando o instante certo para ser aberto, lido ou relido.
Presentear com um livro é escolher algo que atravessa dias, fases e até gerações. Para as crianças, a leitura é a porta de entrada para a imaginação, para o afeto e para o hábito de ler. Histórias pensadas para os pequenos, como os títulos das coleções Matilda e Marvin Grinn, publicadas pela Vitrola, acompanham descobertas, leituras compartilhadas antes de dormir e momentos que se transformam em memória afetiva. São narrativas que convidam à fantasia, à amizade e à coragem, criando vínculos profundos com o livro desde cedo. Muitas vezes, aquele livro recebido no Natal se torna o primeiro “livro preferido” de uma vida inteira.
Para os jovens, os livros funcionam como espelhos e janelas. Espelhos porque ajudam a se reconhecer; janelas porque ampliam o mundo. Obras como o Box Dose Única, com textos curtos e potentes, dialogam com o ritmo contemporâneo, enquanto clássicos como Frankenstein, Dom Casmurro, Quincas Borba e Vidas Secas atravessam o tempo e colocam o leitor diante de dilemas humanos profundos, identidade, escolhas, amor, injustiça, pertencimento. São leituras que acompanham questionamentos, sonhos e decisões. Um livro dado no Natal pode ser exatamente a companhia silenciosa que alguém precisava naquele momento.
Para os adultos, a leitura também é pausa, cuidado e reflexão. Livros como Imparável, A Onda da Experiência, Olá, Corajosa – 99 cartas de mulheres empreendedoras e Empreender 40+ dialogam com fases da vida, escolhas e reinvenções pessoais, enquanto clássicos como Memórias Póstumas de Brás Cubas, A Metamorfose e Crime e Castigo convidam a olhar para dentro e para o mundo com mais criticidade e profundidade. Em um cotidiano acelerado, essas obras oferecem algo raro: um momento de qualidade consigo mesmo. Não é apenas um presente; é um convite para desacelerar, pensar e sentir.
E há ainda os livros que circulam entre todos. Aqueles que passam de mão em mão, que ficam sobre a mesa da sala, que alguém começa a ler e outro termina. São esses livros que constroem pontes entre gerações e transformam o Natal em algo que se prolonga no cotidiano.
Na Vitrola, acreditamos que o livro deve estar onde a vida acontece. Por isso, nossa curadoria leva a leitura para além das livrarias, aproximando histórias de pessoas em mercados, farmácias, papelarias e tantos outros espaços do dia a dia. O livro deixa de ser algo distante e se torna acessível, presente, possível.
Escolher um livro como presente de Natal é apostar no que permanece. É oferecer algo que não se quebra, não acaba e não perde o sentido com o tempo. Pelo contrário: quanto mais o tempo passa, mais significado ele ganha.
Na Editora Vitrola, temos o melhor presente; aquele que continua falando em silêncio, página após página, muito depois do dia 25.



